Agência Brasil
Durante a madrugada, a Ucrânia começa a ser bombardeada. Explosões foram ouvidas em diversas cidades, inclusive na capital, Kiev.
Putin afirma que a Ucrânia favorece a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em direção ao leste, ameaçando a segurança da Rússia.
A Embaixada da Ucrânia no Brasil afirma que a invasão russa no país é um ato de guerra e tem como objetivo destruir o estado ucraniano, tomar o território à força e estabelecer o controle da ocupação.
O dia amanhece com explosões em Kiev. Autoridades orientam a população a preparar coquetéis molotov para defender a capital e oferece armas para civis. Estações de metrô são transformadas em abrigos.
Em apenas um dia, cerca de 100 mil pessoas fugiram de suas casas e dezenas de milhares fogem da Ucrânia.
O chanceler russo Sergey Lavrov afirma que não negociará enquanto houver resistência.
Diversas empresas multinacionais encerram atividades na Rússia. A Organização das Nações Unidas (ONU) aprova resolução que condena os atos de guerra por 141 votos a favor, 5 contra e 35 abstenções
Em 3 de março, a Rússia aceita a abertura de corredores humanitários para evacuação de civis. O presidente Volodymyr Zelenskyi afirma publicamente que está aberto a negociações.